Sobre as Ações Educativas
a importância dos jogos
sua funcionalidade dentro dos processos educativos e de socialização
o conhecido e a criatividade.
Imaginem este inicio de publicação tem quase 3 anos.... vou colocar só pelo registro.
A elaboração deste Blog agora irá refletir a respeito das questões que desenvolvemos no Grupo de Estudo de Museologia, Arte e Patrimônio da Universidade Estadual Vale do Acaraú, é claro que as vivências relativas à trabalhos exposições vão surgir com a participação dos meus colaboradores que cada vez são mais preciosos. GEMAP/UVA Coordenação Regina Raick Vinculado ao Curso de História
quarta-feira, 18 de março de 2020
18ª Experiências Museológicas
2019 Uma história que continua
O tempo passa e os desafios sejam ele de que natureza se manifestem continuam a se manifestar. As Experiências Museológicas têm múltiplos tipos de desafios:
1. incentivar jovens futuros professores a pensar e vivenciar os museus, o patrimônio e o próprio conhecimento como algo a ser apresentado e que está de modo difuso nos locais menos esperados;
2. que ao apresentarmos aos públicos qualquer coisa, tema ou objeto estamos também produzindo conhecimento ou o reproduzindo e o interpretando;
3.que podemos através de nossas ações gerar acessibilidade cognitiva em todas as áreas uma vez que a transposição didática se pode fazer sempre que haja conteúdo;
4. incentivar e promover o exercício da ação criativa, torna-los cientes de que são imitados por zonas de conforto que devem ser vencidas.
Depois há outros tipos de desafios:
1.realizar as exposições e produzir ações educativas sem orçamento de apoio para isso;
2. criar e ocupar espaços que nem sempre estão adequados para receber este tipo de atividade ;
3. buscar apoios institucionais e não só para a realização deste empreendimento;
4. tratar com equanimidade a todos os grupos, temas e trabalhos, sendo que somos humanos e inconscientemente tendemos a privilegiar... ;
5.obter e ou produzir os meios para que a exposição se dê de forma otimizada;
6. potencializar a visitação e frequência de modo a se tornar uma experiência pertinente para todos e um contributo para a formação de públicos.
7. .... infinitos são os desafios!
Bem estamos frente a desafios, tensões, problemas reais e imaginários. Há uma certeza: a de que desejamos e estamos fazendo o máximo para realizar esta exposição que pretendemos ser mais um evento do que qualquer outra coisa.
Programamos:
6 a 12 de Agosto a montagem das exposições (serão 18)
13 de Agosto será Abertura e a avaliação das Experiências Museológicas
14 de Agosto será a exibição dos curtas relativos ao Patrimônio Regional
15 de Agosto será a avaliação das Ações Educativas relacionadas à 7 exposições.
Como e porque se chegou a esse formato?
Uma das coisas que sempre me incomodou como professora de ensino superior foi o esforço que os alunos têm para obter conhecimento e técnicas e a sua reclusão ao âmbito da sala de aula ou do grupo acadêmico restrito. Acredito que quanto maior a interação comunidade - academia mesmo que a saída dos limites dos muros não aconteça, melhor estaremos desempenhando o nosso papel educador.
A museologia que é com que mais trabalho atualmente, sempre esteve presente na minha prática mas nem sempre esteve explicita. Em 2010 quando integrei o colegiado de História na UVA me propuseram o desafios das disciplinas relacionadas à patrimônio e museologia.
A primeira reação foi de receio em relação à museologia e tranquilidade em relação ao patrimônio uma vez que é o tema de minha eleição prática desde as reuniões do PNDA (Programa Nacional de Desenvolvimento do Artesanato/Min.Trabalho) e o meu tempo de bolsista Pró Memória da UnB (1981 ... 83). A museologia foi sempre algo que eu fiz muito mais intuitivamente ao montar exposições do que refletidamente.
Em finais de 2010 tive a oportunidade de entrar em contato com o programa de doutorado da Universidade Lusófona de Lisboa, isso me trouxe um contato breve com o Professor Mário Moutinho e a Professora Cristina Bruno, me despertou para leituras cada vez mais técnicas mas o que realmente fez a diferença prática foi o convívio com o Roberto Galvão e a sua equipe. Simultaneamente recebi duas orientações acadêmicas que me desafiaram tremendamente: a do Professor Fernando Larcher e a do Professor Henrique Coutinho; o primeiro me fez refletir através de um recorte historiográfico formal os conteúdos e as temáticas que já vinha trabalhando mesmo tendo uma abordagem interpretativa que não foge a minha formação em antropologia e história da arte e o segundo dentro de uma reflexão da construção de unidades museológicas e expositivas dentro da Ecomuseologia, muito mais interativo e próximo a preservação de identidades. A teoria e a vivência subjetiva de ser de algum modo consequente em nossas práticas.
Descobri muito por questões que são um compósito de questões culturais e de acessibilidade, boa parte dos alunos tiveram reduzidíssima ou nenhuma experiência de visitação ou frequência a museus, percebi que isso se estendia a outros tipos de equipamentos culturais e que o meu desafio imediato seria dentro da adversidade criar mecanismos de sensibilização. A existência de Museus não significa que estes são ou serão frequentados e isso não era de imediato uma percepção, aos poucos fui compreendendo que quanto mais eu poderia aproximar o meu aluno de História do Museu e do fazer museológico maior seria a oportunidade deste perceber como e quando poderia transformar uma visita de estudo em algo mais do que uma desculpa para sair da sala de aula e criar um instrumento didático através dessa frequência.
A primeira experiência se realizou durante 2 horas no CCH em uma sala de aula onde os alunos tentaram criar um panorama da Devoção religiosa na região criando com isso um mapa e um painel com fotografias e informações, em seguida passamos a ocupar os corredores do Centro de Ciências Humanas durante 2 anos, de lá fomos para a sala multiuso da ECOA onde permanecemos 5 anos, em 2016 fomos para o Centro Cultural Trajano de Medeiros no Campus do CIDAO, de lá fizemos dois eventos nos espaços do Memorial da Educação Superior de Sobral e agora voltamos para o Trajano de Medeiros.
Desta vez são 17 grupos exporem, pensamos em fazer uma mostra de livros publicados pelos professores de História e algo como uma homenagem ao Padre Sadoc com a Cronologia Sobralense.
Desta vez são 17 grupos exporem, pensamos em fazer uma mostra de livros publicados pelos professores de História e algo como uma homenagem ao Padre Sadoc com a Cronologia Sobralense.
quarta-feira, 10 de outubro de 2018
Incógnito
Em um momento em que nada sabemos do futuro, só podemos desejar a liberdade, a fraternidade, o discernimento.
quarta-feira, 16 de maio de 2018
Experiências Museológicas
Temos que começar sempre por agradecer! Qual o projeto ou proposta que caminha sem o auxílio de outras mãos além das nossas? Então eu começo agradecendo a fé que cada pessoa tem no seu próprio potencial, na coragem de vir a superar desafios, no aceitar tarefas e problemas e os resolverem. Tenho que agradecer aos alunos que têm passado pelas disciplinas de Museologia e com isso me ensinado muitas coisas, sido meus olhos em outros lugares, apresentado a força de sua criatividade .
Esta é a 15ª Edição das Experiências Museológicas que só deram um verdadeiro impulso com a ajuda do Professor Roberto Galvão quando acolheu o Atelier Livre junto a ECOA em 2011. Hoje estamos de regresso aos espaços da Universidade Estadual Vale do Acaraú, nós realizamos no ano passado uma mostra no Espaço Cultural Trajano de Medeiros, em seguida apresentamos os trabalhos no espaço do Memorial da Educação Superior de Sobral sempre com o apoio do IADE que nos auxiliou em elementos de logística importante para a realização efetiva das exposições.
Os trabalhos dependem de uma infra estrutura que tem vindo a ser garantida pelo trabalho técnico de uma equipe que veio se desenvolvendo ao longo dos anos e que hoje ganha asas e autonomia realizando seus próprios trabalhos: Tiago Marques que me secretariou durante algum tempo; Márcio Melo que durante muitos anos foi a quem recorri para resolver problemas técnicos e construir efetivamente soluções para ocupar e reordenar espaços de modo reversível; Francisco António de Souza Castro (Pennen) que na sua versatilidade e principalmente criatividade vem contribuindo mais efetivamente neste último ano na montagem das mostras e por fim o Francisco Lucas de Sousa Lima que auxiliou nesta última curadoria. Por outro lado tenho dentre meus ex- alunos os monitores das disciplinas de Museologia e Educação Patrimonial que fazem uma importante interface entre eu - projetos - duvidas - e discentes... Cleane, Alan e Sávio que dividem seu tempo entre aulas, estágio e pesquisa realmente auxiliando na difícil tarefa da multiplicação da atenção para que cada versão das Experiências Museológicas seja "a melhor".
Como professora não posso me sentir mais orgulhosa e grata. Reconheço dificuldades de todas as ordens, desde o mais básico que é o fato de há 7 anos atrás os jovens da região norte do Estado do Ceará terem pouco ou quase nenhum acesso à museus e principalmente a reflexões de cunho museológico ou patrimonial, isso sei que mudou. Quando assumi as disciplinas que ministro, percebi que um aspecto importante para o melhor aproveitamento do que eu tinha para contribuir seria real e efetivamente trabalhar a prática assim buscamos dentro de nossa realidade estimular projetos onde se vislumbre a aplicação do conhecimento e se faça a prática do tripé da universidade: ensino (ações educativas), pesquisa (o processo de recolha e elaboração do conhecimento) e a extensão (divulgação científica através das exposições). O resultado está a vista onde a dignidade do trabalho de cada equipe se revela e onde os recursos são otimizados. É verdade que uma andorinha não faz verão e o incremento das ações desenvolvidas na gestão publica principalmente entre 2009 e 2016, no setor das artes e da cultura em muito contribuíram para se conseguir o que se tem conquistado. Equipamentos como a Pinacoteca e o MADI fazem toda a diferença na cidade, ações mesmo que pontuais de algumas instituições privadas também, hoje acredito que temos um panorama irreversível de movimentação de públicos que apenas engrandece a cidade sonhada por muitos e tantas vezes aclamada na fala do Professor Teodoro Soares: Sobral cidade Universitária, cidade Metrópole.
Nos agradecimento por onde comecei, eu deveria incluir comerciantes, lojistas, funcionários... principalmente alguns que sei que se vierem a ler este Blog saberão que estou agradecendo em especial a eles que atendem com respeito e carinho aos alunos e lhes dão a possibilidade de concretizar seus projetos. Algumas pessoas podem até reclamar que exijo delas mas não poderão dizer que as subestimo... então entre fotografias, fitas de silicone, fios de náilon, tecidos, plásticos etc a exposição acontece.
Esta é a semana dos Museus, o tema deste ano é a interatividade, com youtubers, bloggers, twitters, facebook´s, QRcodes e toda a virtualidade que a tecnologia pode nos oferecer, as Experiências Museológicas continua a trazer a possibilidade da experiência para que se possa compreender a importância do acesso ao objeto e ao espaço museal para que se possa viver e não supor.
Esta é a 15ª Edição das Experiências Museológicas que só deram um verdadeiro impulso com a ajuda do Professor Roberto Galvão quando acolheu o Atelier Livre junto a ECOA em 2011. Hoje estamos de regresso aos espaços da Universidade Estadual Vale do Acaraú, nós realizamos no ano passado uma mostra no Espaço Cultural Trajano de Medeiros, em seguida apresentamos os trabalhos no espaço do Memorial da Educação Superior de Sobral sempre com o apoio do IADE que nos auxiliou em elementos de logística importante para a realização efetiva das exposições.
Os trabalhos dependem de uma infra estrutura que tem vindo a ser garantida pelo trabalho técnico de uma equipe que veio se desenvolvendo ao longo dos anos e que hoje ganha asas e autonomia realizando seus próprios trabalhos: Tiago Marques que me secretariou durante algum tempo; Márcio Melo que durante muitos anos foi a quem recorri para resolver problemas técnicos e construir efetivamente soluções para ocupar e reordenar espaços de modo reversível; Francisco António de Souza Castro (Pennen) que na sua versatilidade e principalmente criatividade vem contribuindo mais efetivamente neste último ano na montagem das mostras e por fim o Francisco Lucas de Sousa Lima que auxiliou nesta última curadoria. Por outro lado tenho dentre meus ex- alunos os monitores das disciplinas de Museologia e Educação Patrimonial que fazem uma importante interface entre eu - projetos - duvidas - e discentes... Cleane, Alan e Sávio que dividem seu tempo entre aulas, estágio e pesquisa realmente auxiliando na difícil tarefa da multiplicação da atenção para que cada versão das Experiências Museológicas seja "a melhor".
Como professora não posso me sentir mais orgulhosa e grata. Reconheço dificuldades de todas as ordens, desde o mais básico que é o fato de há 7 anos atrás os jovens da região norte do Estado do Ceará terem pouco ou quase nenhum acesso à museus e principalmente a reflexões de cunho museológico ou patrimonial, isso sei que mudou. Quando assumi as disciplinas que ministro, percebi que um aspecto importante para o melhor aproveitamento do que eu tinha para contribuir seria real e efetivamente trabalhar a prática assim buscamos dentro de nossa realidade estimular projetos onde se vislumbre a aplicação do conhecimento e se faça a prática do tripé da universidade: ensino (ações educativas), pesquisa (o processo de recolha e elaboração do conhecimento) e a extensão (divulgação científica através das exposições). O resultado está a vista onde a dignidade do trabalho de cada equipe se revela e onde os recursos são otimizados. É verdade que uma andorinha não faz verão e o incremento das ações desenvolvidas na gestão publica principalmente entre 2009 e 2016, no setor das artes e da cultura em muito contribuíram para se conseguir o que se tem conquistado. Equipamentos como a Pinacoteca e o MADI fazem toda a diferença na cidade, ações mesmo que pontuais de algumas instituições privadas também, hoje acredito que temos um panorama irreversível de movimentação de públicos que apenas engrandece a cidade sonhada por muitos e tantas vezes aclamada na fala do Professor Teodoro Soares: Sobral cidade Universitária, cidade Metrópole.
Nos agradecimento por onde comecei, eu deveria incluir comerciantes, lojistas, funcionários... principalmente alguns que sei que se vierem a ler este Blog saberão que estou agradecendo em especial a eles que atendem com respeito e carinho aos alunos e lhes dão a possibilidade de concretizar seus projetos. Algumas pessoas podem até reclamar que exijo delas mas não poderão dizer que as subestimo... então entre fotografias, fitas de silicone, fios de náilon, tecidos, plásticos etc a exposição acontece.
Esta é a semana dos Museus, o tema deste ano é a interatividade, com youtubers, bloggers, twitters, facebook´s, QRcodes e toda a virtualidade que a tecnologia pode nos oferecer, as Experiências Museológicas continua a trazer a possibilidade da experiência para que se possa compreender a importância do acesso ao objeto e ao espaço museal para que se possa viver e não supor.
sábado, 17 de março de 2018
Recuperando ideias
Os anos se passaram, na verdade 23 anos desde que escrevi o texto abaixo para os meus alunos da Escola Secundária de Pinhel... o tempo implacável e inclemente, a sociedade apenas mais distante ....
It was not long ago when the bad guys in movies and comics were the reds, 1918 was the year that the western world divided itself in two blocks : a right and left. Like in everything , right was the symbol of correctness , justice , peace and truth, left on the other hand was seen as the representation of wrongness, disequality, injustice , war and lies. We're at the end of the century now and much of this has altered. Today, 1918 is only a historical reference and we don't speak of the Reds with fear , for many evil has been won by good, there is no strong left to battle against only a right that becomes stronger and stronger.The 1990's has seen many changes , Reds and communists have been substituted by the fear of street gangs, drug addicts, unhappy Aids victims , religious terrorists and waves of punks , skin heads , neo-nazi , hard rock and acid consumers. The 90's are being marked by loneliness and a need to prove oneself in society , sometimes it feels as if people try to say to others :
Look I'm here !
I'm alive, look at me...
but they don't say :
I need you.
I want love.
Please help me..
until it's too late.
What man has the right to take away the right of another man to live ?
What man has the right to take away another man's peace ?
Who has the right to install fear in such a way that even a shadow is frightening?
Have we seen this before?
Yes, not only once. We've seen fear haunt us every time men have been seduced by faceless dictatorships based on naiveness , injustice, when there is too much energy without waste , when hopelessness is fed by inaction, mediocrity and passiveness.
Today , we turn on the radio and hear hours and hours of exasperating news. We turn the dial for music to hear hard beats with lyrics that tell us how sad and lost someone feels , how life has no meaning and how hardships just make us stall. Generations have to take a stand , fight to create new hope or let itself be swallowed by this gray cloud of fear and sadness.
I have a little 'pink dream' : find a way of putting a sprinkle of hope and a dash of creativity in everyone I meet .
May 2nd. 1995 - Regina Raick
Ontem a noite no Centro de Ciências Humanas fomos confrontados com a violência de armas apontadas a universitários dentro de um ônibus quando iriam parar para descer e assistir suas aulas, o motorista foi rendido e tentaram um sequestro com os oito alunos ali retidos e ameaçados.
Mil perguntas mas nenhuma resposta real apenas conjecturas.
A violência simbólica e efetiva do ocorrido nos leva a pensar na ironia de que há exatamente um ano estávamos todos mobilizados para defender o ensino e resistir aos elementos de ditadura que se desenham cada vez mais óbvios... como conseguimos em meio às circunstâncias clamar por policiamento e ações de represália quando um dos maiores elementos que vivemos é o medo da violência. Ironicamente em nome da segurança a aproximamos de nossas vidas homens armados, cercas elétricas, vídeo vigilância, alarmes ao ponto de as transformar em elementos de um cotidiano carcerário.Me pergunto se a violência de ontem não é uma resposta aos anos em que temos estado ali na fronteira com os bairros chamados de periféricos sem realmente nos abrirmos, apenas um ou outro de nós nos aventurando de visitar o bairro em nome da pesquisa? Como é ser tratado como objeto e ser esquecido enquanto ser pensante que deve ter a possibilidade de entrar em uma sala de aula de uma instituição pública e ouvir o que têm a dizer?
Por mim o lugar mais seguro é o mais aberto e público; o espaço intelectual mais democrático: é o da dialogia.
Por mim buscaríamos entrar nos espaços que nos circundam e aliarmos nossos esforços para derrubar os medos e não trazer mais medo e repressão a nossa porta. Todos os jovens e trabalhadores a volta do Centro de Ciências Humanas vivem as mesmas ameaças não podemos deixar de perceber que a resolução temporária para os universitários não nos aproxima de uma ação efetiva para a vida a nossa volta.Esconder por trás de muros, estacionamentos vigiados, não é viver, é dar força a mais ameaças e evidenciar mais e mais as nossas fraquezas e submissões.
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